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	<title>Mauricio de Amorim &#187; Windows</title>
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	<description>Tecnologia e desenvolvimento web</description>
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		<title>Reorganizando &#8211; Ubuntu, Rails, Scrum, Kanban e afins</title>
		<link>http://mauriciodeamorim.com.br/2009/08/26/reorganizando-ubuntu-rails-scrum-kanban/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 02:56:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio de Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Configuração]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby]]></category>
		<category><![CDATA[Scrum]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualizado em 28/09/2009 Recentemente comecei a trabalhar em um projeto que será desenvolvido em Ruby em Rails aplicando técnicas de desenvolvimento ágil com Scrum.  O maior esforço para trabalhar com metodologias ágeis tem mais haver com a questão cultural do que o uso de ferramentas, então um dos primeiros passos é remover a duplicação de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Atualizado em 28/09/2009</em></p>
<p>Recentemente comecei a trabalhar em um projeto que será desenvolvido em Ruby em Rails aplicando técnicas de desenvolvimento ágil com Scrum.  O maior esforço para trabalhar com metodologias ágeis tem mais haver com a questão cultural do que o uso de ferramentas, então um dos primeiros passos é remover a duplicação de informações em diversas ferramentas e colocar tudo referente as histórias, tarefas,  gráficos,  no <strong><a title="Quadro Kanban" href="http://mauriciodeamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/08/kanban_board.jpg" target="_blank">quadro</a></strong> com cartões <strong>(<a title="Kanban Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kanban" target="_blank">Kanban</a>)</strong>,  com isso a visualização fica mais fácil e sem burocracia,  imediatamente elimina-se a necessidade de uma ferramenta e de uma documentação que provavelmente não seria útil e nem mesmo utilizada durante um longo tempo, contudo é interessante guardar os cartões para manter um  histórico.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://mauriciodeamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/08/ubuntu_904.png" alt="" width="199" height="215" /></p>
<p>Começando o projeto da &#8220;estaca zero&#8221; o passo seguinte é preparar o ambiente para desenvolvimento, eu particularmente utilizava uma máquina virtual com Ubuntu 8.10 configurado com Ruby on Rails, mas até então apenas para pequenos  testes. Uma solução  caso não seja possível abrir do ambiente Windows é usar o dual boot.  Apesar de parecer um  problema para quem não trabalha com Linux, pela dificuldade de  instalação, backup de arquivos e tudo mais,  existem formas tranquilas de se fazer isto e em um dia de trabalho ou um pouco mais teremos um ambiente configurado com Ubuntu 9.04,  Ruby 1.8.6, Rubygems 1.3.5 e Rails 2.3.2, tudo isso coexistindo sem ter nenhum problema com Windows.</p>
<p>Vamos &#8220;colocar a mão na massa&#8221; para configurar este ambiente. Primeiro vou mostrar a forma como o Ubuntu foi instalado, esta solução acompanha as versões do Ubuntu à algum tempo, e o que ela faz é instalar o Ubuntu dentro de uma pasta no Windows sem interferir no sistema operacional.</p>
<p>Não tive problemas quanto a perda de arquivos, travamento ou coisas do tipo,  mas é recomendável fazer um backup de todos os  arquivos.</p>
<p>Precisamos de uma imagem do Ubuntu 9.04 Desktop que pode ser baixada <a title="Ubuntu.com" href="http://www.ubuntu.com/getubuntu/download" target="_blank">aqui </a>ou então pode ser comprado junto com alguma <a title="Editora Digerati" href="http://www.digerati.com.br/loja/produtos/revistas/categorias_produtos.php?n=1&amp;c=31" target="_blank">revista sobre Linux</a>.</p>
<p>Para montar a imagem do arquivo ISO no Windows, eu utilizei o <a title="MagicDisc" href="http://www.baixaki.com.br/download/magicdisc.htm" target="_blank">MagicDisc</a> que emula um CD/DVD-Rom, com isto é possível navegar nos arquivos da imagem e executá-los.</p>
<p>No diretório raiz da imagem montada encontraremos o arquivo<em><strong> wubi.exe</strong></em>, basta rodá-lo e selecionar o botão &#8220;Install inside Windows&#8221;, conforme figura abaixo.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://mauriciodeamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/08/wubi_01.png" alt="" width="504" height="385" /></p>
<p>Na segunda tela informe um usuário e uma senha,  para o restante geralmente o padrão já atende.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://mauriciodeamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/08/wubi_02.PNG" alt="" width="504" height="385" /></p>
<p>Alguns arquivos serão instalados e após isso o computador será reiniciado com a possibilidade de escolher o sistema operacional desejado. Escolha o Ubuntu neste momento para que ele instale todo sistema operacional.</p>
<p>Se houver algum problema com a placa de vídeo e não for possível visualizar a tela com nitidez,  reinicie a máquina,  escolha novamente Ubuntu como boot  e entre no menu  utilizando a tecla ESC, então escolha a opção SAFE MODE GRAPHICS e aguarde a instalação que será iniciada via texto até que o ambiente se torne estável para rodar em modo gráfico.</p>
<p>A partir deste ponto se a instalação ocorreu com sucesso  ao reiniciar será possível escolher o sistema operacional desejado.</p>
<p>O próximo passo é instalar o Ruby e o Rails, lembrando que por padrão os repositórios no Ubuntu 9.04  Jaunty Jackalope estão configurados para instalar a versão 1.8.7 do Ruby, mas por questão de compatibilidade com outras bibliotecas utilizaremos a versão 1.8.6, contudo essa etapa fica para o próximo post.</p>
<p><strong>Observações: </strong><em>Existe uma convenção no mundo Linux que nem todos usuários de plataforma Windows conhecem, toda versão terminada com um número ímpar é uma versão instável que ainda está em desenvolvimento e nunca deve ser usada em produção, devemos utilizar sempre uma versão estável que no caso do Ruby deveria ser a versão 1.8.6, contudo parece que isto não é seguido quando se refere ao Ruby pois o próprio Ubuntu 9.04 foi lançado com a versão 1.8.7.</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Criando atalhos no Git</title>
		<link>http://mauriciodeamorim.com.br/2009/07/13/criando-atalhos-no-git/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 02:04:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio de Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Configuração]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Git]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Atualizado em 29/09/2009 Depois de algum tempo usando o Git sentimos a necessidade de automatizar algumas tarefas repetitivas, então a partir do momento temos consciência do que estamos fazendo, podemos criar alguns atalhos de comandos para agilizar o trabalho. Os exemplos abaixo funcionam tanto para quem usa Linux como para Windows. Dentro do seu branch [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Atualizado em 29/09/2009</em></p>
<p><img class="alignleft" src="http://mauriciodeamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/07/git.jpg" alt="" width="111" height="111" /><br />
Depois de algum tempo usando o <a title="Git-scm.com" href="http://git-scm.com/" target="_blank">Git</a> sentimos a necessidade de automatizar algumas tarefas repetitivas, então a partir do momento temos <a title="Akita on Rails" href="http://www.akitaonrails.com/2009/07/05/dicas-de-git" target="_blank">consciência do que estamos fazendo</a>, podemos criar alguns atalhos de comandos para agilizar o trabalho. Os exemplos abaixo funcionam tanto para quem usa Linux como para Windows.</p>
<p>Dentro do seu branch de trabalho utilize o comando:</p>
<pre>git config alias.st status</pre>
<p>Caso o comando tenha mais que uma palavra coloque entre aspas.</p>
<pre>git config alias.lg "log --name-only"</pre>
<p>A estrutura acima é a seguinte:</p>
<p><strong>git config</strong> &#8211; Comando modificador, onde podemos informar também &#8211; -system (para todo sistema) ou &#8211; -global (para o usuário atual);<br />
<strong>alias</strong> &#8211; Chave do bloco que será alterado;<br />
<strong>.st</strong> e <strong>.lg</strong>- Nome do seu atalho;<br />
<strong>status</strong> e <strong>log &#8211;name-only</strong>- O comando git para onde seu atalho irá apontar.</p>
<p>Então ao digitar <em>&#8220;git st&#8221;</em> obteremos o resultado abaixo:</p>
<pre>$ git st
# On branch working
# Untracked files:
#   (use "git add ..." to include in what will be committed)
#
#       README
nothing added to commit but untracked files present (use "git add" to track)</pre>
<p>Para ficar mais rápido, podemos alterar os arquivos de configuração acrescentando os atalhos diretamente ao bloco [alias].</p>
<p><strong>No Windows</strong> os arquivos podem ser encontrados nestes caminhos:</p>
<p><strong>1 </strong>- C:\Pasta_do_seu_projeto\.git\config<br />
<strong>2</strong> &#8211; C:\Documents and Settings\Seu_usuario\.gitconfig<br />
<strong>3</strong> &#8211; C:\Arquivos de programas\Git\etc\gitconfig<br />
<strong><br />
No Mac:</strong><br />
<strong>1 </strong>- /Pasta_do_seu_projeto/.git/config<br />
<strong>2</strong> &#8211; /Users/Seu_usuario/.gitconfig<br />
<strong>3</strong> &#8211; /usr/local/git/etc/gitconfig<br />
Obs: Os arquivos de configuração do Git não tem extensão.</p>
<p><strong>No Linux:</strong><br />
Crie um arquivo como <em><strong>sudo</strong></em> na pasta<strong> etc/</strong> com nome de<strong> gitconfig</strong> e coloque os atalhos como informado abaixo.</p>
<p>Onde a configuração será aplicada na seguinte hierarquia:<br />
<strong>1</strong> &#8211; Apenas ao projeto.<br />
<strong>2</strong> &#8211; Para todos os projetos do usuário.<br />
<strong>3</strong> &#8211; Para todo sistema independente de usuário.</p>
<p>Eu particularmente adotei atalhos que achei mais intuitivos, cada um pode escolher o que melhor lhe convier.</p>
<pre>[alias]
  st = status
  cm = commit
  bh = branch
  ck = checkout
  lg = log -p
  lg1 = log --name-only</pre>
<p>Também podemos utilizar atalhos mais sofisticados como:</p>
<pre>[alias]
  cmm = commit -a -m
  rbmt = rebase master
  mgwk = merge working
  pullom = pull origin master
  pushom = push origin master
  mt = !git checkout master &amp;&amp; git status
  wk = !git checkout working &amp;&amp; git status
  inicia = !git checkout -b working</pre>
<p>Desde que entendamos o que está se fazendo, não há limites para criar estes atalhos.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como instalar Ruby on Rails no Ubuntu sob VMware Server e Windows XP</title>
		<link>http://mauriciodeamorim.com.br/2009/04/27/ruby-on-rails-no-ubuntu-810-com-vmware-e-windows/</link>
		<comments>http://mauriciodeamorim.com.br/2009/04/27/ruby-on-rails-no-ubuntu-810-com-vmware-e-windows/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 22:49:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio de Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Configuração]]></category>
		<category><![CDATA[Rails]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>
		<category><![CDATA[virtualização]]></category>
		<category><![CDATA[VMware]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://mauriciodeamorim.com.br/?p=152</guid>
		<description><![CDATA[Passo a passo para configurar um ambiemte para desenvolver aplicações Web em Ruby on Rails na plataforma Linux/Ubuntu utilizando uma máquina virtual sob o Windons XP.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Atualizado em:</strong> 17/05/2009</em></p>
<p><img class="alignleft" src="http://mauriciodeamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/04/rails.png" alt="Logo Ruby on Rails" width="87" height="112" /></p>
<p>Uma das grandes dificuldades de quem usa a plataforma Windows é montar um ambiente satisfatório para desenvolver aplicações Web com Ruby on Rails, pois nem sempre podemos usar o que está disponível para Mac e Linux. Minha alternativa para resolver de vez estes problemas de incompatibilidade e perca de tempo descobrindo maneiras para ajustar tudo no Windows, foi partir para a utilização de uma máquina virtual com Ubuntu. Em menos de um dia de trabalho entre configurações, downloads e desenvolvimento tive a felicidade de colocar uma aplicação Web com Ruby on Rails no ar. Então nada melhor que compartilhar minha experiência!<span id="more-152"></span></p>
<p>Meu primeiro passo foi instalar a máquina virtual. Usei a versão 1.0.8 <a title="VMware Server" href="http://www.vmware.com/download/server/" target="_blank">VMware Server</a> que é free, porém é necessário fazer um registro para obter o número de série. <img class="alignright" src="http://mauriciodeamorim.com.br/wp-content/uploads/2009/04/ubuntu.png" alt="" width="150" height="145" /></p>
<p>Como minha intenção era instalar o sistema do &#8220;zero&#8221;, eu mesmo <a title="Veja como instalar o Ubuntu" href="http://www.youtube.com/watch?v=Bh5H2KMX6Ek" target="_blank">criei uma imagem do Ubuntu 8.10 pelo VMware Server Console</a> usando um cd do <a title="Revista Arquivo Linux" href="http://www.digerati.com.br/loja/produtos/revistas/detalhes.php?idp=2460&amp;n=1&amp;c=31" target="_blank">Ubuntu distribuído pela Digerati</a>, mas poderia ser qualquer um, até mesmo é possível baixar o sistema operacional direto do site <a title="Ubuntu Brasil" href="http://ubuntubrasil.org" target="_blank">Ubuntu Brasil</a>.</p>
<p>Com o Ubuntu instalado vamos preparar o ambiente para desenvolvimento com Ruby on Rails. Existem dezenas de blogs sobre este assunto que seguem esta mesma &#8220;receita&#8221;, o que eu fiz foi criar o ambiente na prática e fazer algumas alterações que atendessem minhas necessidades como segue:</p>
<p><strong>Atualização do instalador e instalação de algumas bibliotecas</strong></p>
<pre><code>sudo apt-get update</code>
<code>sudo apt-get -y install build-essential zlib1g zlib1g-dev libxml2 libxml2-dev
 libxslt-dev locate curl wget</code></pre>
<p><strong>Git</strong></p>
<pre><code>sudo apt-get -y install git-core gitk git-doc</code></pre>
<p><strong>Ruby 1.8</strong></p>
<pre>sudo apt-get -y install ruby1.8-dev ruby1.8 ri1.8 rdoc1.8 irb1.8 libreadline-ruby1.8
 libruby1.8 libopenssl-ruby</pre>
<p><strong>Criando links amigáveis</strong></p>
<pre>sudo ln -s /usr/bin/ruby1.8 /usr/bin/ruby
sudo ln -s /usr/bin/rdoc1.8 /usr/bin/rdoc
sudo ln -s /usr/bin/irb1.8 /usr/bin/irb
sudo ln -s /usr/bin/ri1.8 /usr/bin/ri</pre>
<p><strong>RubyGems</strong><br />
A última versão do RubyGems até o momento não está disponível para ser instalada pelo gerenciador de pacotes apt-get, então faremos a instalação manualmente.</p>
<pre>curl http://de.mirror.rubyforge.org/rubygems/rubygems-1.3.1.tgz | tar -xzv
cd rubygems-1.3.1/
sudo ruby setup.rb install
cd ..
rm -rf rubygems-1.3.1</pre>
<p><strong>Link amigável para Gems</strong></p>
<pre><code>sudo ln -s /usr/bin/gem1.8 /usr/bin/gem</code></pre>
<p><strong>Apontamento para as Gems do GitHub</strong></p>
<pre><code>gem sources -a http://gems.github.com</code></pre>
<p><strong>Algumas Gems úteis</strong><br />
Na verdade existem dezenas delas que podem ser instaladas a qualquer momento conforme a necessidade.</p>
<pre>sudo gem install rake nokogiri hpricot builder cheat daemons json uuid fastthread rack</pre>
<p>Obs:  Conforme a dica do Christiano Morais, para instalação da nokogiri no Ubuntu 9.04 é necessário também instalar os seguintes pacotes</p>
<pre>sudo apt-get install libxml2 libxslt1.1 libxslt1-dev</pre>
<p><strong>Rails versão 2.1.0 </strong><br />
Escolhi esta versão para ficar compatível com a hospedagem Linux da Locaweb.</p>
<pre><code>sudo gem install -v=2.1.0 rails</code></pre>
<p><strong>Locarails</strong><br />
Esta gem nos deixa a um passo de colocar uma aplicação em produção com a hospedagem Linux da Locaweb.</p>
<pre><code>sudo gem install akitaonrails-locarails</code></pre>
<p><strong>SqlLite3</strong></p>
<pre><code>sudo apt-get -y install sqlite3 libsqlite3-dev</code>
<code>sudo gem install sqlite3-ruby</code></pre>
<p><strong>MySql</strong></p>
<pre><code>sudo apt-get install mysql-server-5.0</code></pre>
<p>Neste ponto foi solicitada a inclusão de uma senha, apenas deixei em branco e cliquei em OK.</p>
<pre><code>sudo apt-get install libmysqlclient15-dev</code>
sudo gem install mysql</pre>
<p><strong>Comandos para verificar as versões, listar gems e configurações do ambiente de desenvolvimento</strong></p>
<pre><code>ruby -v
rails -v
gem -v
gem list
gem environment</code></pre>
<p><strong>Referências:</strong><br />
<a href="http://www.akitaonrails.com/2009/2/2/entendendo-rubygems" target="_blank">Entendendo RubyGems</a><br />
<a href="http://bugslapper.peterboling.com/projects/6/wiki/Install_rails_-_Ubuntu_Intrepid_Ibex#Install-rails-Ubuntu-Intrepid-Ibex-810" target="_blank">Install rails &#8211; Ubuntu Intrepid Ibex (8.10)</a><br />
<a href="http://brunograsselli.com.br/2009/01/instalar-ruby-on-rails-mysql-no-ubuntu.html" target="_blank">Instalar Ruby on Rails + MySQL no Ubuntu</a><br />
<a href="http://www.aguinelopedroso.com/instalando-tudo-que-voce-precisa-de-ruby-e-rails-no-ubuntu-810/" target="_blank">Instalando tudo que você precisa de Ruby on Rails</a><br />
<a href="http://wiki.locaweb.com.br/pt-br/Como_colocar_minhas_aplicações_Rails_na_Locaweb_usando_o_Locarails%3F" target="_blank">Aplicações Rails com o Locarails</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ruby in Steel, brincando com Ruby e Rails no Visual Studio 2008</title>
		<link>http://mauriciodeamorim.com.br/2009/04/11/brincando-com-ruby-e-rails-no-visual-studio-2008/</link>
		<comments>http://mauriciodeamorim.com.br/2009/04/11/brincando-com-ruby-e-rails-no-visual-studio-2008/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 01:09:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio de Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Tutorial]]></category>
		<category><![CDATA[.Net]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>
		<category><![CDATA[IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Rails]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby]]></category>
		<category><![CDATA[Visual Studio]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Transição das linguagens .Net para Ruby e desevolvimento Web com Rails. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem ainda está em dúvida se Ruby é legal ou porque ele é legal, e se é mais fácil desenvolver com Rails para Web ou não,  aqui estão algumas dicas para fazer algumas &#8220;brincadeiras&#8221; nas horas de folga. Garanto que estas brincadeiras vão virar um vício em pouco tempo.<br />
Ruby é uma linguagem apaixonante, mesmo para <span id="more-117"></span>quem está começando, é muito fácil para escrever e a sensação é que as coisas vão fluindo tranquilamente e &#8220;sem dor&#8221;.</p>
<p>Detalhe, Ruby in Steel  é um produto para o Visual Studio da Microsoft, existe a versão comercial,  mas nos links abaixo tudo é &#8220;free&#8221;, de graça, isto mesmo. Claro que é uma versão minimalista com pouco recursos, mas o suficiente para iniciar a transição. Por quê iniciar a transição? Teste Ruby e teste o Ruby on Rails e logo, logo, <strong><em>Terminal</em></strong> será seu nome e <strong><em>Editor de Texto</em></strong> seu sobrenome, <strong><em>IDE</em></strong> será coisa do passado.</p>
<p><img src="http://mauriciodeamorim.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/04/pe-2008-ide.jpg" alt="IDE Visual Studio 2008 com Ruby" /></p>
<p>Esta versão do Ruby in Steel inclui a versão Express (gratuita) do Visual Studio 2008.<br />
<a title="Ruby in Steel PE 2008" href="http://www.sapphiresteel.com/Ruby-In-Steel-New-Free-Edition" target="_blank">Ruby in Steel &#8211; Personal Edition 2008</a></p>
<p>O e-book do Huw CollingBourne também é free, e explica Ruby de uma maneira fácil para quem desenvolve em .Net.<br />
<a title="by Huw Collingbourne" href="http://www.sapphiresteel.com/The-Book-Of-Ruby" target="_blank">The book of Ruby &#8211; Jan 2009 </a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Acessando diretórios Windows pelo shell do Linux</title>
		<link>http://mauriciodeamorim.com.br/2009/02/01/diretorios-windows-pelo-shell-do-linux/</link>
		<comments>http://mauriciodeamorim.com.br/2009/02/01/diretorios-windows-pelo-shell-do-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 20:57:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio de Amorim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Git]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Coisas aparentemente simples que na prática sem uma dica acabam dando trabalho são frequentes na vida dos usuários Windows que pretendem conhecer e adotar o ambiente Linux. Segue uma dica não muito frequente em blogs ou tutoriais. Como acessar,  por exemplo,  o diretório &#8220;c:\Arquivos de programas\Git&#8221; ? (Ele contem espaços em branco separando as palavras,  isto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Coisas aparentemente simples que na prática sem uma dica acabam dando trabalho são frequentes na vida dos usuários Windows que pretendem conhecer e adotar o ambiente Linux. Segue uma dica não muito frequente em blogs ou tutoriais.</p>
<p>Como acessar,  por exemplo,  o diretório <em><strong>&#8220;c:\Arquivos de programas\Git&#8221; </strong></em>? (Ele contem espaços em branco separando as palavras,  isto não é comum em Linux.)</p>
<p>Seguem três formas:</p>
<pre><code><strong>¹</strong> cd /c/Arquivos\ de\ Programas/Git
<strong>²</strong> cd /c/'Arquivos de Programas/Git'
<strong>³</strong> cd /c/"Arquivos de Programas/Git" </code></pre>
<p>1 &#8211; Usando barra invertida ( \ ) como caracter de escape;<br />
2 -  Usando aspas simples ( &#8216; );<br />
3 -  Usando aspas duplas ( &#8221; ).</p>
<p>Mais sobre comandos:</p>
<p>- <a href="http://forum.g-sat.net/showthread.php?t=179211" target="_blank">Guia de comandos bash</a><br />
- <a href="http://scriptbrasil.com.br/forum/index.php?showtopic=124902">Comandos para se usar no Linux</a><br />
- <a href="http://www.devin.com.br/comandos-manipulacao-de-arquivos/" target="_blank">Comandos para manipulação de arquivos Linux</a><br />
<br/><br />
<br/></p>
]]></content:encoded>
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