Atualizado em 19/07/2009 – Incluindo como obter a atualização de correção.
Uma das empresas que fizeram “grande barulho” no FISL10 foi a Mozilla Firefox. Prestes a lançar a versão 3.5 do navegador, prestigiaram o evento com diversas palestras e também diversos brindes no estande. Aproveitei a oportunidade para tirar algumas fotos com os personagens que fazem a história do Firefox tornar-se realidade e com presença cada vez maior aqui no Brasil.
Abaixo, minhas fotos do evento, com Fernando Hamasaki de Amorim e Heric Tilly da Locaweb, Chris Hofmann diretor de engenharia da Mozilla Foundation e a Alix Franquet gerente de marketing da Mozilla, membro da comunidade SpreadFirefox com foco no Brasil, México e Índia.

Fernando, Chris Hofmann e Mauricio.

Heric Tilly, Alix Franquet, Fernando e Mauricio.
Aproveitando as notícias, segue um passo a passo para instalar o Firefox 3.5 no Ubuntu. (Testei apenas no 8.04)
Instalação do Firefox 3.5 no Ubuntu
Lembro apenas que grande parte dos complementos ainda não funcionam para esta atualização, então apesar de ser mais rápido e ter alguns recursos interessantes é melhor testá-lo em um ambiente que não seja de produção.
1 – Baixar o pacote .deb aqui.
2 – Salvar em alguma pasta, pode ser no seu próprio Desktop.
3 – Entrar na pasta escolhida.
cd~ cd Desktop
4 – Instalar/atualizar pacotes de dependências para FF3.5.
sudo apt-get -f install libnotify-bin libstdc++5
5 – Instalar o ubuntuzilla.
sudo dpkg -i ubuntuzilla-4.6.1-0ubuntu1-i386.deb sudo apt-get install -f
6 – Instalar firefox.
ubuntuzilla.py -a install -p firefox
7 – Aceitar ou não a versão detectada (neste caso a 3.5).
yes
8 – Escolhar a linguagem de localização.
pt-BR = 54 ou en-US = 14 yes
9 – Aceitar ou não atualizações automáticas.
yes
OBS: Em 18/07/09 foi liberada uma atualização para correção (3.5.1), quem já havia instalado a versão 3.5 faça:
- Feche o Firefox;
- Reinicie o browser como root;
gksudo firefox &
- No menu Ajuda/Help, clique em Verificar atualizações/Check for Updates;
- Reinicie o Firefox e feche para liberar o terminal;
É isso aí!
Atualizado em 29/09/2009

Depois de algum tempo usando o Git sentimos a necessidade de automatizar algumas tarefas repetitivas, então a partir do momento temos consciência do que estamos fazendo, podemos criar alguns atalhos de comandos para agilizar o trabalho. Os exemplos abaixo funcionam tanto para quem usa Linux como para Windows.
Dentro do seu branch de trabalho utilize o comando:
git config alias.st status
Caso o comando tenha mais que uma palavra coloque entre aspas.
git config alias.lg "log --name-only"
A estrutura acima é a seguinte:
git config – Comando modificador, onde podemos informar também – -system (para todo sistema) ou – -global (para o usuário atual);
alias – Chave do bloco que será alterado;
.st e .lg- Nome do seu atalho;
status e log –name-only- O comando git para onde seu atalho irá apontar.
Então ao digitar “git st” obteremos o resultado abaixo:
$ git st # On branch working # Untracked files: # (use "git add ..." to include in what will be committed) # # README nothing added to commit but untracked files present (use "git add" to track)
Para ficar mais rápido, podemos alterar os arquivos de configuração acrescentando os atalhos diretamente ao bloco [alias].
No Windows os arquivos podem ser encontrados nestes caminhos:
1 - C:\Pasta_do_seu_projeto\.git\config
2 – C:\Documents and Settings\Seu_usuario\.gitconfig
3 – C:\Arquivos de programas\Git\etc\gitconfig
No Mac:
1 - /Pasta_do_seu_projeto/.git/config
2 – /Users/Seu_usuario/.gitconfig
3 – /usr/local/git/etc/gitconfig
Obs: Os arquivos de configuração do Git não tem extensão.
No Linux:
Crie um arquivo como sudo na pasta etc/ com nome de gitconfig e coloque os atalhos como informado abaixo.
Onde a configuração será aplicada na seguinte hierarquia:
1 – Apenas ao projeto.
2 – Para todos os projetos do usuário.
3 – Para todo sistema independente de usuário.
Eu particularmente adotei atalhos que achei mais intuitivos, cada um pode escolher o que melhor lhe convier.
[alias] st = status cm = commit bh = branch ck = checkout lg = log -p lg1 = log --name-only
Também podemos utilizar atalhos mais sofisticados como:
[alias] cmm = commit -a -m rbmt = rebase master mgwk = merge working pullom = pull origin master pushom = push origin master mt = !git checkout master && git status wk = !git checkout working && git status inicia = !git checkout -b working
Desde que entendamos o que está se fazendo, não há limites para criar estes atalhos.
Coisas aparentemente simples que na prática sem uma dica acabam dando trabalho são frequentes na vida dos usuários Windows que pretendem conhecer e adotar o ambiente Linux. Segue uma dica não muito frequente em blogs ou tutoriais.
Como acessar, por exemplo, o diretório “c:\Arquivos de programas\Git” ? (Ele contem espaços em branco separando as palavras, isto não é comum em Linux.)
Seguem três formas:
¹ cd /c/Arquivos\ de\ Programas/Git
² cd /c/'Arquivos de Programas/Git'
³ cd /c/"Arquivos de Programas/Git"
1 – Usando barra invertida ( \ ) como caracter de escape;
2 - Usando aspas simples ( ‘ );
3 - Usando aspas duplas ( ” ).
Mais sobre comandos:
- Guia de comandos bash
- Comandos para se usar no Linux
- Comandos para manipulação de arquivos Linux


